Abril 28, 2005

Numa tarde de Abril

Um cravo sobre o mármore frio.
Um cravo entre madeixas de cabelo.
Um cravo nos dedos suados.
Um cravo no bolso do casaco.
Uma flor, um símbolo, um gesto, um simples gesto a voz do povo.
Cravos vermelhos, como a t-shirt que trago, passando de mão em mão.
Sorrisos. Música. Emoção. Magia no ar.
As ruas apinhadas de gente. Pessoas tão diferentes, mas hoje com um grito em comum: Liberdade!
(um pouco atrasado, mas tinha de...)